quarta-feira, 3 de agosto de 2011

quinta-feira, 26 de maio de 2011

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sexta-feira, 15 de abril de 2011



Tudo começou com a escova japonesa há 10 anos atrás. A febre dos alisamentos e relaxamentos contagiou milhares de mulheres pelo Brasil afora e, o que antes parecia uma nova moda, virou hábito. Com o passar do tempo, as escovas evoluíram, alisadores foram desenvolvidos, novas matérias-primas surgiram. Se você é uma das que aderiu às madeixas lisas - e nem pensa em abrir mão deste look - atenção: é preciso cuidado redobrado para evitar a queda, o ressecamento e a quebra dos fios, consequências típicas dos alisamentos.

Os especialistas são unânimes: para quem alisa com frequência, o ideal é fazer hidratações periódicas. Reconstruções constantes, além da reposição de queratina e aminoácidos, também são necessárias. O dermatologista Marcelo Bellini, de São Paulo, alerta: os alisantes são capazes de mudar a estrutura da queratina nos fios. Substâncias muito adstringentes ou cáusticas, como as usadas nos alisamentos, provocam a abertura das cutículas.

Como saber se o produto usado no salão ou comprado na farmácia pode causar danos ao seu cabelo? Toninho orienta: "No salão, o profissional será o responsável por avaliar o tipo de cabelo e a química que ele pode receber. Os produtos da farmácia só devem ser aplicados se os cabelos forem virgens, caso contrário nem pensar. Ainda assim, é importante fazer o teste de irritabilidade na pele antes de aplicar o produto na cabeça."


Para Letícia, o grande problema é saber em que partes do cabelo fazer a aplicação do produto porque onde houve alisamento recente os fios ficam mais frágeis. Portanto, essas áreas devem ser evitadas. "Para quem já usou o tioglicolato no salão, não tem problema aplicar em casa, desde que seguindo à risca às instruções. De qualquer forma, para um resultado seguro, a melhor alternativa é submeter os fios aos cuidados de um profissional capacitado."

Como cuidar

Marta Carmelo, do Studio de Beleza Sonia Nesi, no Rio, indica tratamentos que repõem queratinas e aminoácidos, eles ajudam a devolver a vida aos fios. "É importante ter uma cuidadosa rotina de cuidados: lavar com bons xampus e condicionadores, cortar a cada três meses, usar um bom leave-in, filtro solar sempre que for tomar sol, tratar no salão e tentar não expor tanto os fios aos efeitos de secador e chapinha. Máscaras com queratinas, vitaminas e minerais também são bem-vindas", ensina a especialista.

Marcelo Bellini ratifica que existem hoje no mercado muitos cosméticos à base de silicones, ideais para blindar os fios reduzindo as agressões dos agentes externos utilizados nos alisamentos. "Há também os cosméticos termoativados, que diminuem a agressão aos cabelos quando eles são expostos a altas temperaturas", diz.

Seguidas todas as recomendações, não precisa sentir culpa. "Se os alisamentos forem feitos corretamente, não causarão danos mais sérios. Tenho clientes que alisam há mais de 20 anos e os cabelos são lindos, ninguém diz que recebem qualquer tipo de química", tranquiliza Toninho. Para assegurar a saúde capilar, evite descolorações, use sempre tonalizante ao invés da tintura e reduza a utilização da chapinha.

Importante ressaltar que os cabelos compridos estão mais sujeitos a danos porque a oleosidade natural do couro cabeludo muitas vezes não atinge as pontas. E é justamente essa oleosidade natural que confere proteção contra os agentes externos - daí a necessidade de o fio comprido exigir maior hidratação, fórmulas para as pontas e leave-in para combater a quebra, aparecimento de pontas duplas, perda do brilho e da vitalidade. E atenção: as madeixas longas também estão mais vulneráveis aos efeitos da tração (pentear e prender).

Nem é preciso dizer o que isso significa, não é? Os cabelos ficam mais frágeis, podendo apresentar, além dos problemas citados acima, pontas duplas e perda de brilho. De acordo com Toninho Cabeleireiro, do salão paulistano Planet Hair, os tipos mais comuns de alisamento atualmente disponíveis no mercado são o tradicional, a escova definitiva, o relaxamento e as progressivas à base de formol, sem formol ou com guanidina.

Alisamento, relaxamento ou progressiva?

Pode até parecer, mas os procedimentos não são a mesma coisa. Embora a intenção dos três seja deixar os cabelos mais maleáveis, existem pequenas diferenças. Toninho explica que o alisamentogeralmente lança mão do hidróxido de sódio, substância que altera a estrutura original dos fios. "Pode ser feito em cabelos virgens e tintos. Deve ser evitado nos que têm mechas, excesso de tintura e em fios muito danificados ou porosos. Caso contrário, pode haver queda acentuada", alerta o especialista, acrescentando que quem tem mechas deve fazer um relaxamento à base de amônia ou optar pela escova progressiva.

Já o relaxamento tem como intenção desmanchar os cachos, deixando-os com um aspecto mais natural. Utilizam-se produtos à base de amônia, mais fracos que os do alisamento, ou, dependendo do tipo de cabelo, o próprio hidróxido de sódio.

A progressiva, por sua vez, não é considerada alisamento. Toninho diz por quê: "O procedimento não muda a estrutura do cabelo, apenas 'plastifica' os fios danificados, armados, volumosos e porosos. O resultado é um cabelo liso, mas natural, hidratado, com movimento e brilho". O nome da técnica tem razão de ser: a química alisa de forma natural, com efeito progressivo. "É indicado para todos os tipos de fios, incluindo os danificados, secos e porosos. Dura de um a quatro meses, dependendo do tipo de cabelo e da quantidade de lavagens", conclui o cabeleireiro do Planet Hair.

Você provavelmente já se submeteu a escovas progressivas, mas não deve ter prestado atenção. Elas se materializam com outros nomes, entre eles escovas inteligentes, marroquina (chocolate), de morango, vinho, leite, açúcar etc. Algumas delas utilizam formol (dentro das especificações da Anvisa), outras não. Existem ainda as que contêm methylparaben e propylparaben.

A hairstylist Letícia Santana, do salão Éclat, no Rio, lembra de outra substância muito usada atualmente nos alisamentos: o tioglicolato de amônia. Uma coisa é certa: seja qual for a matéria-prima escolhida, o intervalo entre um alisamento e outro deve ser de pelo menos três meses. Quem opta peladescoloração precisa de atenção redobrada antes de usar os alisantes - os fios ficam mais sensíveis, com pouca força, porque o procedimento retira boa parte da queratina, fundamental para a resistência capilar.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

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quarta-feira, 6 de abril de 2011

Nosso orkut está pronto e reformulado adicione e vejam sempre as promoções ...
jacksoncabelo@gmail.com grato ......

quarta-feira, 30 de março de 2011


Os esmaltes foscos apareceram timidamente no inverno passado, mas entrou defitivimente na necessarie brasileira. É o melhor agora não é preciso trazer o vidinho de uma viagem ou pedir para as amigas que estão no exterior garimparem cores exóticas para nos enviar. O preto fosco, desejo entre 11 e 10 mulheres, acaba de chegar na versão criada da pela Risqué. É acetinado, de fácil absorção e deixa as unhas lindas. Muitas meninas loucas por esmaltes estão recorrendo à inglesinha, que ao contrário da francesinha, em que a pontinha e branca, na inglesinha a pontinha e da mesma cor do esmalte. No caso do preto fosco, ele pode ser combinado com o preto brilhoso nas pontas. Fica lindo. A edição do Risqué Fast Fashion 01 é limitada custa em torno de R$3,00.

terça-feira, 22 de março de 2011

video

Ai esta pessoal todas as fotos do salão ...